A greve dos trabalhadores dos Correios, que já durou mais de sete dias em todo o território nacional, culmina em um julgamento de dissídio coletivo agendado para segunda-feira, 21 de setembro, às 13h30. O ponto central da disputa gira em torno da proposta de mudança no plano de saúde, na qual a empresa pretende alterar sua condição de mantenedora para patrocinadora do CorreiosSaúde. Os sindicatos contestam essa alteração, alegando que a mudança pode afetar os benefícios já garantidos aos empregados. Enquanto isso, a direção da estatal ofereceu um reajuste salarial de 0,87%, o que foi rejeitado pelos representantes dos trabalhadores, que buscam uma remuneração condizente com a inflação acumulada e o ganho real. A situação permanece em negociação, com o Tribunal Superior do Trabalho (TST) aguardando a decisão sobre a legalidade da greve e os impactos no serviço essencial.