Durante a 2ª edição da feira Febre de Arte, em Fortaleza, representantes de associações de pacientes afirmaram que, embora os avanços na regulamentação do uso medicinal da cannabis tenham sido reconhecidos, ainda existem lacunas quanto ao cultivo, ao controle sanitário e à inserção da planta na agricultura familiar. O diretor jurídico da Acaflor, Maurício Gomes, destacou o prazo de cinco anos para que as entidades se adaptem ao novo marco regulatório, enquanto o técnico da vigilância sanitária do Ceará apontou a necessidade de definir regras claras para evitar conflitos com autoridades policiais.