O Brasil apresentou suas primeiras metas de Neutralidade da Degradação da Terra (LDN) durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação, em Ulaanbaatar, na Mongólia. A promessa é restaurar mais de 163 mil quilômetros quadrados (km²) até 2030. Para alcançar essa meta, estão previstas iniciativas para recuperar a vegetação nativa, investimento em sistemas agroflorestais, além de ações em unidades de conservação, territórios indígenas, áreas de preservação permanente e bacias hidrográficas. O Brasil usa como referência o ano de 2020, quando detinha 55,7 milhões de hectares com tendência à degradação. Para cumprir o compromisso de neutralidade, o país precisa chegar em 2030 com, pelo menos, o mesmo número. Além disso, estão previstas ações de prevenção, conservação e manejo sustentável em outros 3,51 milhões de km².