O Brasil apresentou suas primeiras metas de Neutralidade da Degradação da Terra (LDN) durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação, em Ulaanbaatar, na Mongólia. A promessa é restaurar mais de 163 mil quilômetros quadrados (km²) até 2030. Para alcançar essa meta, estão previstas iniciativas para recuperar a vegetação nativa, investimento em sistemas agroflorestais, além de ações em unidades de conservação, territórios indígenas, áreas de preservação permanente e bacias hidrográficas. O Brasil usa como referência o ano de 2020, quando detinha 55,7 milhões de hectares com tendência à degradação. Para cumprir o compromisso de neutralidade, o país precisa chegar em 2030 com, pelo menos, o mesmo número. Além disso, estão previstas ações de prevenção, conservação e manejo sustentável em outros 3,51 milhões de km².
Clima · NOTÍCIA
Brasil se compromete a restaurar terras degradadas
O essencial
- O Brasil apresentou nesta terça-feira (25) as primeiras metas de Neutralidade da Degradação da Terra (LDN, na sigla em inglês). A promessa é restaurar mais de…
Contexto
Leitura regional
- Brasil
- Impacto em cadeias locais, regulação doméstica e sensibilidade política. Foco em transição energética, adaptação e custo regulatório.
- Desertificação
- Neutralidade da Degradação da Terra
Evidências e transparência
TRANSPARÊNCIA EDITORIAL
Fontes e apuração
Apuração baseada nas fontes identificadas nesta matéria.
Fontes
Agência Brasil/EBC
agenciabrasil.ebc.com.br
Afirmações verificadas
- Verificada
O Brasil prometeu restaurar 163 mil km² de terras degradadas até 2030.
- O Brasil apresentou suas primeiras metas de Neutralidade da Degradação da Terra (LDN) durante a 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação.