O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) divulgou, na quinta-feira (17), um documento contendo 46 diretrizes destinadas à regulação das plataformas de redes sociais que operam no país. O texto define parâmetros sobre a responsabilidade das empresas pelos conteúdos publicados por usuários, estabelece limites ao uso de inteligência artificial, impõe regras de transparência algorítmica e inclui medidas para combater abusos de poder de mercado. Segundo o CGI.br, as diretrizes devem servir como referência conceitual para a elaboração de novos projetos de lei e para orientar decisões do Congresso Nacional, do Judiciário e de órgãos reguladores. A coordenadora do comitê, Renata Mielli, destacou que o documento funciona como uma matriz técnica e institucional, oferecendo respostas regulatórias que acompanham a complexidade das plataformas e garantem a proteção de direitos no ambiente online. Ela acrescentou que as obrigações variam conforme o tamanho das plataformas, sendo mais rigorosas para as maiores, mas sem impedir a inovação ou a atuação de pequenos provedores, redes sociais comunitárias e novas empresas no mercado.
Comitê Gestor da Internet publica diretriz para regular redes sociais
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- Brasil
- Impacto em cadeias locais, regulação doméstica e sensibilidade política. Foco em estabilidade institucional, resposta regulatória e impacto geopolítico.
- Internet
- Regulação
- Redes sociais
Evidências e transparência
Fontes e apuração
Informação baseada em fonte primária oficial: Agência Brasil/EBC.
Fontes
Agência Brasil/EBC
agenciabrasil.ebc.com.br
Afirmações verificadas
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O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou nesta quinta-feira (17) documento com 46 diretrizes para regulação de plataformas de redes sociais no país.
- O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou nesta quinta-feira (17) documento com 46 diretrizes para regulação de plataformas de redes sociais no país.
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O texto estabelece parâmetros sobre a responsabilidade das empresas por conteúdos de terceiros, limites ao uso de inteligência artificial, regras de transparência algorítmica e combate a abusos de mercado.
- O texto estabelece parâmetros sobre a responsabilidade das empresas por conteúdos de terceiros, limites ao uso de inteligência artificial, regras de transparência algorítmica e combate a abusos de mercado.
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Segundo a coordenadora do CGI.br, Renata Mielli, o documento serve de matriz técnica e institucional para subsidiar instituições do Estado, com respostas regulatórias que acompanham a complexidade das plataformas e garantam a proteção de direitos no ambiente online.
- Segundo a coordenadora do CGI.br, Renata Mielli, o documento serve de matriz técnica e institucional para subsidiar instituições do Estado, com respostas regulatórias que acompanham a complexidade das plataformas e garantam a proteção de direitos no ambiente online.
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A finalidade é que as recomendações funcionem como guia conceitual para orientar novos projetos de lei e subsidiar decisões do Congresso Nacional, do Judiciário e de órgãos reguladores.
- A finalidade é que as recomendações funcionem como guia conceitual para orientar novos projetos de lei e subsidiar decisões do Congresso Nacional, do Judiciário e de órgãos reguladores.
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As obrigações não são idênticas para toda a internet, impõem mais rigidez para as plataformas maiores, sem inviabilizar a inovação, a atuação de pequenos provedores, redes sociais comunitárias e novas empresas no mercado.
- Assim, as obrigações não são idênticas para toda a internet, mas impõem mais rigidez para as plataformas maiores, sem inviabilizar a inovação, a atuação de pequenos provedores, redes sociais comunitárias e novas empresas no mercado.
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