Diploma de ‘influenciador’? Faculdades dos EUA criam cursos para formar criadores de conteúdo, mas críticos questionam utilidade

A criadora de conteúdo Aiesha Beasley, de Phoenix, filma um detalhe de seus nachos com guacamole durante a inauguração do Padeland, um espaço para o esporte de raquete padel em Chandler, Arizona, na quinta-feira, 13 de agosto de 2026. Rebecca Noble/AP Pergunte a um adolescente o que ele quer ser quando crescer, e há uma boa chance de que “influenciador” esteja na lista. As mídias digitais e as pessoas que estrelam esse universo fazem parte da cultura dos adolescentes durante toda a vida deles. Por isso, criar conteúdo para redes sociais, vídeos ou podcasts parece um caminho profissional natural, embora não tradicional. E agora é possível obter um diploma universitário justamente nessa área. A Universidade Estadual do Arizona (ASU, na sigla em inglês) lançou recentemente uma nova graduação em criação de conteúdo, oferecida pela Walter Cronkite School of Journalism and Mass Communication. O currículo tem pontos em comum com o curso de comunicação de massa e estudos de mídia da ASU, mas a principal diferença é um conjunto de disciplinas eletivas especializadas em podcasts, produção em estúdio e presença diante das câmeras. O anúncio da ASU recebeu críticas imediatas de vários lados —

Publicado em 2026-08-19T16:52:06+00:00.

Fonte primaria/oficial: G1.