O estudo intitulado 'Mensagens de alerta de desastres: desafios e oportunidades com base na experiência do Brasil', conduzido pelos pesquisadores Murilo Noli da Fonseca e Luciene Pimentel da Silva da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, analisou alertas de desastres enviados por SMS no país entre 2018 e 2023. Os resultados mostram que apenas 1,83% dessas mensagens possuíam todos os elementos considerados essenciais para uma comunicação eficaz, segundo os padrões do Classificação e Codificação de Desastres (Cobrade). Os autores apontam que a baixa taxa de completude indica falhas na clareza, localização, orientação de ação e duração do alerta, e sugerem revisões nos protocolos de emissão para melhorar a proteção da população.