Os furacões Polo e Nolo, monitorados pela NASA, avançaram sobre o oceano Pacífico nordeste e central, trazendo ventos fortes e chuvas intensas que atingiram ilhas e regiões costeiras, provocando alagamentos, danos a infraestruturas e interrupções no fornecimento de energia. As observações de satélite indicaram que ambos os sistemas atingiram categoria de furacão forte enquanto se deslocavam sobre águas aquecidas, contribuindo para uma temporada de atividade ciclônica acima da média registrada naquele ano. Autoridades locais emitiram alertas de evacuação e mobilizaram equipes de resgate para atender às comunidades afetadas, enquanto agências de meteorologia continuaram a rastrear a evolução dos sistemas para atualizar previsões e orientar medidas de mitigação.