O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal, votou nesta quarta-feira a favor da equiparação entre os prazos de licença-maternidade e licença-adotante para mulheres. Segundo o entendimento do ministro, mães genitoras ou adotantes têm direito a licenças remuneradas de 120 dias, que podem ser prorrogadas por mais 60 dias, independentemente do tipo de vínculo trabalhista. O período deve ser contado a partir do parto ou da obtenção da guarda. Em caso de internação da mãe, o prazo vale a partir da alta da mãe ou do bebê, o que ocorrer por último. Moraes ressaltou que a Constituição eliminou qualquer diferenciação entre filhos adotivos e naturais, afirmando que “todos são filhos” e que, portanto, a licença-maternidade deve ser idêntica para todos. Os ministros Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam o relator durante o julgamento.
Política
Moraes vota para igualar tempo de licenças-maternidade e adotante
Por Redação MundusNews
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AssuntosSTF · Licença-maternidade · Licença-adotante
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O ministro Alexandre de Moraes votou a favor da equiparação entre os prazos de licença-maternidade e licença-adotante.
“O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quarta-feira (16) a favor da equiparação entre os prazos de licença-maternidade e licença-adotante para mulheres.”
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Mães genitoras ou adotantes têm direito a licenças remuneradas de 120 dias, prorrogáveis por mais 60 dias, independentemente do tipo de vínculo trabalhista.
“Pelo entendimento, mães genitoras ou adotantes têm direito às licenças remuneradas de 120 dias, que podem ser prorrogadas por mais 60 dias, independentemente do tipo de vínculo trabalhista.”
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O prazo da licença deve ser contado a partir do parto ou da obtenção da guarda.
“O prazo deve ser contado a partir do parto ou obtenção da guarda.”
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Em caso de internação da mãe, o prazo vale a partir da alta da mãe ou do bebê, o que ocorrer por último.
“Nos casos de internação da mãe, o prazo vale a partir da alta da mãe ou do bebê, o que ocorrer por último.”
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A Constituição eliminou qualquer diferenciação entre filhos adotivos e naturais, exigindo licença-maternidade idêntica para todos.
“Se a Constituição encerrou de vez qualquer diferenciação de filhos adotivos e naturais, todos são filhos. Se todos são filhos, a mãe é mãe de todos, a licença-maternidade deve ser idêntica para todos.”
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Os ministros Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam o relator durante o julgamento.
“Os ministros Flávio Dino, Dias Toffoli e Cármen Lúcia acompanharam o relator.”
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