A meta é intensificar a imunização em zonas portuárias, comunidades ribeirinhas e áreas indígenas.
Nos 4 municípios amazonenses, a vacina está disponível para todas as pessoas a partir dos 6 meses de vida, independentemente do histórico vacinal. Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias recebem a dose zero, que não substitui as aplicações previstas no calendário de rotina. A partir dos 12 meses, deve ser seguido o esquema recomendado para cada faixa etária.
Para reforçar a resposta regional, o Ministério da Saúde disponibilizou doses da vacina tríplice viral ao Peru, com envio previsto para os próximos dias. O país vizinho soma mais de casos de sarampo em 2026 e figura entre os países com mais notificações nas Américas, enquanto a Colômbia confirmou 17 casos neste ano.
O Brasil segue livre da circulação endêmica do vírus desde 2024, após ter registrado mais de casos em 2019. Em 2026, o país confirmou 65 casos importados de sarampo, dos quais 21 foram registrados na faixa de fronteira do Amazonas: 9 em Tabatinga, 6 em Benjamin Constant, 4 em São Paulo de Olivença e 2 em Atalaia do Norte.
Ainda segundo o ministério, ao longo de 2025 a cobertura vacinal contra o sarampo no Amazonas alcançou na primeira dose e na segunda, enquanto os índices nacionais no mesmo período foram de para a primeira dose e para a segunda. Para evitar a reintrodução do vírus, a pasta mantém ações de busca ativa de casos, vigilância epidemiológica e bloqueio vacinal em áreas prioritárias.
