A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de prorrogar a votação não teve o efeito esperado, resultando em baixa adesão e frustração entre os eleitores. Muitos eleitores e mesários só foram informados da prorrogação após o fechamento das seções eleitorais, quando já não era possível retomar a votação. Isso gerou situações de desigualdade, como no caso de Manuela Tunas, que viajou do Uruguai para o Rio de Janeiro e não conseguiu votar devido a um atraso no voo, mesmo com a prorrogação. A estudante Gabriele Eduarda de Azevedo também enfrentou dificuldades, pois não esperava ter a oportunidade de votar. A medida, que visava garantir o direito ao voto, acabou por criar assimetrias e insatisfação entre os eleitores, que receberam declarações de comparecimento sem voto. A situação evidencia falhas na comunicação e na execução da decisão do STF.