A aplicação do exame teve início às 13h30, pelo horário de Brasília, em todo o território nacional. Nos locais de prova, o fechamento dos portões ocorreu pontualmente às 13h.
Equivalente a do resultado final do exame, a prova de redação exige a produção de um texto em formato dissertativo-argumentativo com extensão mínima de oito e máxima de 30 linhas. De acordo com as diretrizes do Guia do Participante, o formato requer que o inscrito defenda um ponto de vista por meio de argumentos e explicações estruturadas.
Durante o exame, os candidatos dispõem de um espaço para rascunho, mas precisam reservar tempo para transferir a versão final para a Folha de Redação. Apenas o documento oficial transcrito é considerado pelos corretores, que também observam os critérios de anulação ou atribuição de nota zero previstos em edital.
Na etapa de avaliação, o desempenho é medido em cinco competências textuais distintas, cada uma avaliada em uma escala de 0 a pontos, totalizando a pontuação máxima de pontos.
O debate sobre saúde pública e direitos sociais sucede propostas de edições anteriores do exame, que discutiram as perspectivas sobre o envelhecimento na sociedade brasileira em 2025, a valorização da herança africana em 2024, a invisibilidade do trabalho de cuidado exercido por mulheres em 2023 e o reconhecimento de povos e comunidades tradicionais em 2022.
Em anos anteriores, a prova também pautou o registro civil e a cidadania em 2021, o estigma ligado às doenças mentais em 2020 e o controle de dados de usuários na internet em 2018.
