Em 2023, Arivaldo Sampaio, com 69 anos, viu seu filho perder a função do único rim que possuía após passar por hemodiálise quase diária. Diante da necessidade de transplante, toda a família se ofereceu como doadores vivos, inclusive Arivaldo. O resultado foi compatibilidade total entre pai e filho, permitindo a doação do rim. De acordo com o Ministério da Saúde, um doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula ou parte dos pulmões, desde que haja compatibilidade sanguínea. Arivaldo passou por exames que o consideraram apto para a doação, e a recuperação pós‑operatória foi tranquila, com o filho já tendo o rim funcionando. Três anos depois, Arivaldo mantém uma rotina de prática de atividade física.