Sociedade civil rejeita agenda excludente aprovada no início da COP17
Organizações sociais tiveram uma decepção logo nos primeiros dias da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), em Ulaanbaatar, Mongólia. A agenda oficial, que define o que os governos concordam em negociar durante o evento, excluiu temas de gênero e participação social. O Civil Society Organization (CSO) Panel, que reúne cerca de 1,2 mil organizações pelo mundo, rejeitou o documento e disse que a comunidade “está chocada e profundamente preocupada”. O entendimento é de que os governos sinalizaram preferir focar em aspectos técnicos e econômicos, e deixar de lado os impactos sociais da desertificação e da seca. Notícias relacionadas: “Comunidades locais, povos indígenas, agricultores, pastores, mulheres, jovens, pesquisadores e organizações da sociedade civil trazem conhecimento, experiência e soluções dos territórios onde a degradação do solo, a desertificação e a seca são enfrentadas diariamente”, informa a nota do CSO Panel. As organizações insistiram que as decisões no evento precisam ser coletivas: políticos, cientistas e empresas não podem enfrentar sozinhos problemas que afetam milhões de pessoas no planeta. Terra, clima e biodiversidade O texto o
Publicado em 2026-08-19T11:26:00+00:00.
Fonte primaria/oficial: Agencia Brasil.