A decisão do TSE de derrubar o canal 'Exército do Lula' no aplicativo de mensagens WhatsApp, que tinha aproximadamente 3,3 milhões de participantes, gerou debate entre especialistas sobre seus efeitos na campanha eleitoral. Segundo a gerente de políticas públicas da Witness, Bruna Santos, o bloqueio foi considerado desproporcional e teria motivação política explícita, pois, em sua visão, seria mais adequado remover apenas o conteúdo falso identificado, em vez de interditar todo o canal. Ela acrescentou que a ação parece tentar reduzir o alcance da campanha do presidente Lula poucos dias antes do segundo turno, em vez de combater a desinformação. O bloqueio foi revertido horas após sua implementação, mas a controvérsia persiste quanto ao equilíbrio entre liberdade de expressão e combate à informação falsa em plataformas digitais.