Na capital, uma mãe de seis anos aguarda o ônibus enquanto seu filho chora com os olhos vermelhos. A situação, registrada pela Agência Brasil, ilustra o alerta da UNICEF sobre a prática de palmadas como disciplina. De acordo com o relatório, muitos pais brasileiros ainda veem a palmada como uma forma legítima de ensinar, não reconhecendo-a como violência. O caso de Andrea, 32 anos, destaca a tensão entre tradição e os padrões internacionais de proteção infantil. A organização internacional pede que os responsáveis repensem métodos de disciplina e adotem abordagens não-violentas.