Na última sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada em Nova York, representantes de vários Estados membros destacaram que a instituição precisa se adaptar às novas realidades geopolíticas, econômicas e sociais. O consenso emergente foi de que, sem mudanças significativas nos órgãos de decisão e nas práticas de trabalho, a ONU corre o risco de perder a confiança dos povos que pretende servir. Os debates tocaram em temas como a composição do Conselho de Segurança, a transparência nos processos de seleção de secretários‑gerais e a capacidade de resposta a crises humanitárias e climáticas. Embora nenhum acordo concreto tenha sido alcançado, a pressão por reformas foi descrita como unânime entre nações desenvolvidas e em desenvolvimento, refletindo uma preocupação compartilhada com a eficácia futura da organização.