O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, em sessão plenária, a ação movida contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro por suposta difamação contra a deputada Tabata Amaral. Após deliberação, os ministros votaram sete a favor e três contra a condenação, fixando a pena de um ano de detenção em regime aberto, além de uma multa no valor de oitenta mil reais. A decisão foi fundamentada em declarações feitas pelo parlamentar que, segundo a acusação, atribuíram falsamente condutas ilegítimas à deputada, configurando difamação. A defesa de Bolsonaro alegou que as manifestações estavam protegidas pela liberdade de expressão, mas a maioria do plenário entendeu que ultrapassaram os limites legais. A sentença ainda pode ser objeto de recursos dentro do próprio STF. O caso repercute no debate sobre os limites da crítica política e a responsabilidade de parlamentares nas redes sociais.